ENGIE fecha 2018 com mais de 2.000 instalações de mini e micro usinas fotovoltaicas no país
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A ENGIE está celebrando um crescimento 53% acima da meta no segmento de energia solar distribuída e fecha 2018 com mais de 2.000 instalações no país. Já para 2019, seus planos são dobrar a participação no mercado de geração solar distribuída. O foco será o mercado empresarial representado pelas indústrias, comércios e o agronegócio.
O desempenho da empresa acompanha a expansão do segmento de geração distribuída brasileiro que celebrou um expressivo crescimento, passando de 20 mil instalações em janeiro de 2018 para mais de 49 mil em janeiro deste ano. A tendência para 2019 e para os próximos anos é de crescimento. A expectativa é evidenciada pela velocidade com que os sistemas solares têm se espalhado pelo território brasileiro que, há pouco mais de seis anos, contava com apenas um único sistema.
“A barreira da desconfiança com a tecnologia já foi quebrada, os custos de implantação caíram de forma significativa e temos observado que os reajustes nas tarifas de energia são fatores que colocam a tecnologia solar fotovoltaica como uma das principais opções para quem busca uma solução durável, sustentável e econômica”, explica Rodrigo Kimura, diretor executivo da área de solar distribuída da ENGIE. “Assim, conforme o mercado cresce, a tecnologia se consolida e se mostra cada vez mais confiável. Hoje, a energia solar passou a ser algo desejado”, conclui.
Comunidade Solar
Em 2019, a ENGIE vai inaugurar um jeito novo de oferecer energia: energia solar por assinatura. O projeto piloto inicia em janeiro com a instalação de uma usina fotovoltaica de 2,6 MW no munícipio de Pompéo, região central de Minas Gerais. Com isso, ela deverá atender 100 usuários, exclusivamente pessoas jurídicas. A participação se dará por meio de contrato de adesão, quando então o novo membro da comunidade solar ENGIE passará a desfrutar da energia produzida remotamente pelas placas solares que lhe cabem no conjunto instalado na usina.
Foco no segmento empresarial
Também o segmento empresarial receberá atenção especial da empresa. Em 2018, as mini e micro instalações fotovoltaicas instaladas por indústrias, comércios e empresas de serviço, tiveram excelente desempenho no país, tanto na quantidade de usinas quanto no total da potência instalada, superando em muito as expectativas do que era originalmente estimado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O mercado de geração solar distribuída brasileiro trabalha com uma projeção da ANEEL de atingir 886.700 instalações em 2024.
O crescimento do uso da energia solar distribuída pelo meio comercial é impulsionado pela possibilidade de redução dos custos de produção que a tecnologia oferece. Cada concessionária tem sua política, mas, na média, a energia elétrica aumentou cerca de 500% nos últimos seis anos segundo dados do próprio ministério das Minas e Energia. A energia solar livra o consumidor dos impactos do aumento, pois ao adquirir um sistema fotovoltaico, irá sempre contar com a quantidade de energia contratada a um custo fixo, sem estar sujeito aos aumentos. “A pessoa jurídica busca constantemente aperfeiçoar seus processos e encontra na energia solar distribuída uma alternativa interessante de acesso à energia de fonte renovável e de baixo custo”, diz Kimura.
O crescimento também é reflexo dos projetos de incentivo capitaneados pela ENGIE, como o Programa Indústria Solar, lançado pela FIESC em 2017 e que já alcançou 2.816 inscritos no estado de Santa Catarina. Desses 692 são empresas e 2.124 são interessados em instalar sistemas fotovoltaicos em suas residências. Em 2018, o Programa foi adotado também pelas federações do Mato Grosso (FIEMT) e Rio Grande do Sul (FIERGS).
Em 2018 consolidou-se também o programa “Supermercados Solares”, ação inédita no segmento desenvolvido pela ENGIE em parceria com a Associação Catarinense de Supermercados (ACATS). A primeira instalação solar no âmbito do programa foi inaugurada em 2018 pela Rede Vipi, de São Miguel do Oeste.
Sobre a ENGIE
A ENGIE é referência mundial em energia de baixo carbono e serviços. Com seus 96.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, o Grupo está comprometido em acelerar a transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis. Inspirada em seu propósito, a ENGIE concilia performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta se apoiando em suas atividades chave (gás, energia renovável e serviços) para oferecer soluções competitivas aos seus clientes. Faturamento em 2022: 93,9 bilhões de Euros.
No Brasil, a ENGIE, empresa líder em energia renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de cerca de 10 GW em 77 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade nacional, a empresa possui 100% de sua capacidade instalada proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.
A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios, graças à aquisição da Transportadora Associada de Gás – TAG, concluída em 2020.Além disso, a ENGIE possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas, como ar comprimido, autoprodução solar local, biogás e biomassa, consultoria e gestão de energia, HVAC e subestações. Nas cidades, atuamos como parceira para tornar os espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis, com soluções de iluminação pública, mobilidade elétrica e de district cooling.
Contando com 2.400 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2022 um faturamento de R$ 12,8 bilhões.
A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia cujo ticker é o EGIE3. Na B3, a ENGIE integra o Novo Mercado, além de ser uma das únicas companhias listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a B3 incluiu os papeis da ENGIE no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
O Grupo é negociado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), sendo representado nos principais índices financeiros (CAC 40, Euronext 100, FTSE Euro 100, MSCI Europe) e índices não financeiros (DJSI World, Euronext Vigeo Eiris – Europe 120/France 20, MSCI EMU ESG screened, MSCI EUROPE ESG Universal Select, Stoxx Europe 600 ESG-X).