ENGIE conclui aquisição da TAG e anuncia diretor-presidente

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A ENGIE, maior empresa privada de energia e soluções do país, informa que concluiu nesta quinta-feira dia (13/6) o fechamento da operação de aquisição, junto com a Caisse de dépot et placement du Québec (CDPQ), de 90% da TAG, por aproximadamente R$ 31,5 bilhões. Um valor de cerca de R$ 2 bilhões foi pago e será usado pela TAG para pagar com antecedência a totalidade da dívida com o BNDES. A aquisição foi financiada através de títulos e dívidas. A alavancagem foi de aproximadamente 70% e foi estruturada através de dez parceiros financeiros. A Petrobras, vendedora da transportadora de gás, permanece com uma participação de 10% na companhia.

A TAG foi adquirida por um consórcio formado pela ENGIE, que ficará com 58,5% de participação no ativo, sendo 29,25% através da sua subsidiária local ENGIE Brasil Energia, e o investidor institucional global CDPQ, que terá uma participação de 31,5%.

A companhia será comandada pelo engenheiro Gustavo Labanca, que assume o cargo de diretor-presidente da TAG. Desde 1998 no grupo, foi um dos líderes do processo de aquisição da TAG e atuava como diretor de Desenvolvimento de Negócios da ENGIE Brasil desde 2016.

A transação é um passo importante na abertura em curso do segmento de gás natural no país e marca a entrada da ENGIE nesse mercado no Brasil. Os investimentos na cadeia do gás integram a estratégia global da empresa de ser líder na transição energética rumo a uma economia de baixo carbono.

“Além de ser um marco na história de 23 anos da ENGIE no Brasil, a aquisição possibilita um rápido crescimento no país com novas fontes de receitas em uma nova linha de negócios, garantindo a sustentabilidade do grupo no longo prazo”, ressaltou Maurício Bähr, CEO da ENGIE Brasil. A aquisição da TAG está em linha com a meta da ENGIE de obter receitas de ativos de setores regulados – como o de gasodutos – e com contratos de longo prazo.

De acordo com Bähr, a operação está também alinhada aos objetivos estratégicos da ENGIE que incluem o “crescimento em energias renováveis e em infraestruturas, como as linhas de transmissão e a cadeia do gás”. Para o CEO, a aquisição da TAG se assemelha à compra da Gerasul. “Quando adquirimos a Gerasul, na privatização ocorrida em 1998, a empresa tinha cerca de 3 mil MW de capacidade instalada. Hoje, com seus 10 mil MW, somos a maior empresa privada do setor. Isso comprova nosso compromisso com o desenvolvimento de longo prazo no Brasil e mostra que nossos investimentos são sólidos”.

O executivo ressaltou ainda a importância de se manterem os contratos nessa fase de transição para um novo mercado de gás, que tem tudo para se expandir e gerar benefícios para o país, com a geração de empregos, renda, investimentos e tributos.

Já Gustavo Labanca afirma que o Brasil possibilita investimentos de grande porte em infraestrutura, como o realizado pela ENGIE na TAG, e o país é um dos focos prioritários do grupo no mundo. O negócio, diz, permite ainda à ENGIE diversificar seu portfólio local de ativos e trazer sua experiência internacional em mercados competitivos de gás natural para o Brasil. A ENGIE possui e opera mais de 37 mil km de gasodutos no mundo em especial na França, bem como no México, Chile e Argentina. Além disso, o grupo possui participação em cinco terminais de regaseificação, 22 unidades de estocagem de gás e 20 distribuidoras de gás natural, atendendo cerca de 15 milhões de consumidores.

 

Novo Conselho de Administração da TAG

O novo conselho de administração da TAG, eleito no dia 13 de junho, será presidido pelo CEO da ENGIE Brasil, Maurício Bähr, e será formado pelos executivos da ENGIE Eduardo Sattamini, Raphael Barreau e Martin Lestang, pelos executivos da CDPQ Louis Jean Chartier e Eduardo Edmond Farhat, e pelo executivo da Petrobras Mauro Roberto da Costa Mendes.

 

TAG

A TAG é a maior transportadora de gás natural do Brasil, com uma malha de gasodutos com aproximadamente 4.500 km, localizada no litoral das regiões Sudeste e Nordeste, além de um trecho ligando Urucu a Manaus (AM) na região Norte. A malha conta ainda com 12 instalações de compressão de gás (6 próprias e 6 subcontratadas) e 91 pontos de entrega.

 

Sobre a ENGIE

A ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica do Brasil, com capacidade instalada própria de cerca de 10 GW em 60 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. O Grupo possui 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa.

A ENGIE também atua na comercialização de energia no mercado livre e está entre as maiores empresas em geração fotovoltaica distribuída. A empresa possui ainda um portfólio completo em soluções integradas responsáveis em reduzir custos e melhorar infraestruturas para empresas e cidades, como eficiência energética, monitoramento e gerenciamento de energia, gestão de contratos de fornecimento de eletricidade, iluminação pública, sistemas de HVAC, telecomunicação, segurança e mobilidade urbana. Contando com 2.300 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2018 um faturamento de R$ 9,3 bilhões.

O Grupo é uma referência global em energia e serviços de baixo carbono. Para fazer frente às mudanças climáticas, a ambição da ENGIE é se tornar líder global da transição para uma economia de baixo carbono para seus clientes, em particular empresas e autoridades locais. nosso Grupo se apoia em suas atividades chave (energia renovável, gás, serviços) para oferecer soluções competitivas turnkey “as a service”. Com os seus160.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, a ENGIE é uma comunidade de Construtores Imaginativos, comprometidos a cada dia com um progresso harmonioso.

Receita em 2018: 6,6 bilhões de euros. O Grupo está cotado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI) e é representado nos principais índices financeiros (CAC 40, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe) e índices não-financeiros (DJSI World, DJSI Europe e Euronext Vigeo Eiris – World 120, Eurozone 120, Europe 120, France 20, CAC 40 Governance).

 

Sobre a CDPQ

A Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ) é um investidor institucional de longo prazo que administra fundos principalmente para planos de pensão e seguros públicos e parapúblicos.

Em 31 de dezembro de 2018, o Grupo possuía CA$309.5 bilhões em ativos sob sua gestão.

Como um dos líderes em gestão de ativos para investidores institucionais do Canadá, a CDPQ investe globalmente nos principais mercados financeiros, em fundos de investimento em participações – FIP, infraestrutura, imobiliária e títulos de dívida corporativa. Para mais informações, visite cdpq.com, siga nos no Twitter @LaCDPQ ou acesse as nossas páginas no Facebook ou LinkedIn.

Sobre a ENGIE

 

A ENGIE é referência mundial em energia de baixo carbono e serviços. Com seus 96.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, o Grupo está comprometido em acelerar a transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis. Inspirada em seu propósito, a ENGIE concilia performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta se apoiando em suas atividades chave (gás, energia renovável e serviços) para oferecer soluções competitivas aos seus clientes. Faturamento em 2022: 93,9 bilhões de Euros.

No Brasil, a ENGIE, empresa líder em energia renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de cerca de 10 GW em 77 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade nacional, a empresa possui 100% de sua capacidade instalada proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.

A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios, graças à aquisição da Transportadora Associada de Gás – TAG, concluída em 2020.Além disso, a ENGIE possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas, como ar comprimido, autoprodução solar local, biogás e biomassa, consultoria e gestão de energia, HVAC e subestações. Nas cidades, atuamos como parceira para tornar os espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis, com soluções de iluminação pública, mobilidade elétrica e de district cooling.

Contando com 2.400 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2022 um faturamento de R$ 12,8 bilhões.
A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia cujo ticker é o EGIE3. Na B3, a ENGIE integra o Novo Mercado, além de ser uma das únicas companhias listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a B3 incluiu os papeis da ENGIE no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.

O Grupo é negociado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), sendo representado nos principais índices financeiros (CAC 40, Euronext 100, FTSE Euro 100, MSCI Europe) e índices não financeiros (DJSI World, Euronext Vigeo Eiris – Europe 120/France 20, MSCI EMU ESG screened, MSCI EUROPE ESG Universal Select, Stoxx Europe 600 ESG-X).

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