ENGIE Brasil Energia anuncia mudanças na sua Diretoria

Renováveis

Nesta quarta-feira, 31 de julho, a ENGIE Brasil Energia recebeu os pedidos de renúncia do Diretor de Estratégia e Regulação, Edson Silva, e do Diretor de Desenvolvimento de Negócios, Gustavo Labanca. A saída de Gustavo já estava prevista pela empresa, visto que o executivo assumiu como diretor-presidente da TAG, companhia de transporte de gás recentemente adquirida pela ENGIE. Gustavo irá se dedicar integralmente ao novo negócio da ENGIE e responderá pela diretoria de Desenvolvimento de Novos Negócios até o próximo dia 15 de agosto.

Já Edson Silva, que exercia o cargo de diretor de Estratégia e Regulação da ENGIE Brasil Energia desde 2011, irá assumir como diretor-presidente da ESBR, Energia Sustentável do Brasil, sociedade de propósito específico que administra a Usina Hidrelétrica Jirau, da qual a ENGIE possui 40% de participação. A transição de Edson irá ocorrer até o dia 30 de setembro.

“A ENGIE Brasil Energia é muito grata aos dois executivos. Eles foram essenciais para traçar a trajetória de sucesso que temos nestes mais de 20 anos de história no Brasil. O Edson e o Gustavo representam o espírito de inovação e empreendedorismo que a ENGIE implementa em suas atividades”, comenta Maurício Bähr, presidente do conselho da ENGIE Brasil Energia. “Desejamos todo o sucesso nos novos desafios que irão enfrentar”, conclui.

Para a sucessão das posições de diretoria, a companhia reafirma sua cultura de formar executivos internamente, otimizando as competências “da casa” e o engajamento de seus colaboradores. Assim, o atual gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios, Guilherme Ferrari, ocupará o cargo de Diretor de Novos Negócios, Estratégia e Inovação da ENGIE Brasil Energia. Com formação em Engenharia Mecânica, graduação em Administração de Negócios, MBA em Finanças pelo Ibmec e MBA Executivo pela FDC, Guilherme ingressou em 2007 como Consultor de Desenvolvimento de Negócios. Em sua carreira, atuou em áreas diversas, tendo desempenhado a função de Gerente Financeiro e consultor.

Para a sucessão de Edson Silva na Diretoria Regulatória, a empresa contará com o atual gerente de Trading da ENGIE Brasil Energia, Marcos Keller Amboni. Engenheiro Eletricista, graduado e mestre pela UFSC, Keller possui MBAs em Gestão Empresarial, pela FGV e FDC. Iniciou sua carreira no Operador Nacional do Sistema (ONS), e, em 2005, assumiu seu primeiro desafio na ENGIE, na área de Planejamento Comercial. Em 2011 passou a ser gerente de Regulação e Mercado, função que ocupou até 2017.

Para concluir as nomeações, a ENGIE Brasil Energia também definiu a sucessão na Diretoria Financeira. Marcelo Malta, atual gerente de Contabilidade, ingressa no posto aberto desde a saída de Carlos Freitas e ocupado interinamente por Eduardo Sattamini, diretor-presidente da companhia. Com formação em Ciências Contábeis e MBA em Gestão de Negócios, Malta atua na Companhia desde 2005, tendo sido responsável também pela área de Planejamento e Controle Financeiro.

“Nomeamos executivos extremamente capacitados e com uma visão estratégica dos negócios da Companha. Como já possuem uma sólida experiência na ENGIE, e foram por anos desenvolvidos para assumir posições-chave na companhia, a adaptação às novas funções será natural e bem recebida pelos nossos colaboradores e pelo mercado”, projeta Sattamini.

Sobre a ENGIE

 

A ENGIE é referência mundial em energia de baixo carbono e serviços. Com seus 96.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, o Grupo está comprometido em acelerar a transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis. Inspirada em seu propósito, a ENGIE concilia performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta se apoiando em suas atividades chave (gás, energia renovável e serviços) para oferecer soluções competitivas aos seus clientes. Faturamento em 2022: 93,9 bilhões de Euros.

No Brasil, a ENGIE, empresa líder em energia renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de cerca de 10 GW em 77 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade nacional, a empresa possui 100% de sua capacidade instalada proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.

A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios, graças à aquisição da Transportadora Associada de Gás – TAG, concluída em 2020.Além disso, a ENGIE possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas, como ar comprimido, autoprodução solar local, biogás e biomassa, consultoria e gestão de energia, HVAC e subestações. Nas cidades, atuamos como parceira para tornar os espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis, com soluções de iluminação pública, mobilidade elétrica e de district cooling.

Contando com 2.400 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2022 um faturamento de R$ 12,8 bilhões.
A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia cujo ticker é o EGIE3. Na B3, a ENGIE integra o Novo Mercado, além de ser uma das únicas companhias listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a B3 incluiu os papeis da ENGIE no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.

O Grupo é negociado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), sendo representado nos principais índices financeiros (CAC 40, Euronext 100, FTSE Euro 100, MSCI Europe) e índices não financeiros (DJSI World, Euronext Vigeo Eiris – Europe 120/France 20, MSCI EMU ESG screened, MSCI EUROPE ESG Universal Select, Stoxx Europe 600 ESG-X).

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