ENGIE apresenta quatro projetos de inovação com foco em transição energética e geração de renda
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Do uso de inteligência artificial para monitorar o consumo elétrico, reduzindo custos e controlando a emissão de gases do efeito estufa, até uma plataforma que ajuda mulheres na superação dos impactos causados pela pandemia. Nesta quinta-feira (17), a ENGIE, maior empresa privada de energia do Brasil, atuando em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, infraestrutura de gás e soluções energéticas, apresentou quatro ideias inovadoras que receberam investimentos da empresa, durante o ENGIE Brasil Innovation Day.
Duas iniciativas com startups e dois projetos internos foram apresentadas nesse evento que faz parte de um festival global de inovação realizado pela empresa. Com transmissão ao vivo pelo canal da ENGIE Brasil no Youtube, o encontro contou com a presença de gestores, especialistas, além de representantes de startups e a participação do economista Ricardo Amorim.
Anualmente, a ENGIE investe cerca de R$ 20 milhões em projetos de P&D e inovação. Todas as iniciativas seguem um modelo baseado no crescimento sustentável a fim de enfrentar os grandes desafios da transição energética para uma economia de baixo carbono. A companhia assumiu o compromisso de zerar as emissões de carbono de suas atividades até 2045. “O Brasil se mantém como um dos principais stakeholders da ENGIE no mundo e, por isso, terá que contribuir de forma significativa com esta meta. A Inovação é peça fundamental nessa transição”, destacou Gil Maranhão, diretor de Comunicação e Responsabilidade Social Corporativa da ENGIE.
Entre as iniciativas contempladas, está a Plataforma de Manutenção Preditiva para Sistemas de Ar-Condicionado, da Minerva Control – que analisa, por meio de réplica digital, o comportamento do aparelho e identifica possíveis problemas que gerem gasto adicional de energia. “O resultado é uma manutenção mais eficiente, com menos falhas e melhor custo”, explica o CEO Rodrigo Juliani.
Já a Deep Ambiente apresentou o Desagregador Virtual, sistema que monitora o consumo de energia e ajuda a economizar até 40% na conta de energia. Segundo o CEO da companhia, Marlon Teixeira, a solução usa a inteligência artificial para identificar qual equipamento está gastando mais do que deveria, o que ajuda na redução do consumo de energia.
Outros dois projetos internos de inovação também foram apresentados. Um deles, o Matriz de Biodiversidade, vai digitalizar uma série de dados coletados sobre a fauna e flora brasileira. O objetivo é construir um programa de conservação da biodiversidade na área de abrangência do parque gerador da ENGIE.
Já a plataforma Mulheres do Nosso Bairro ajudou a financiar 28 negócios de mulheres que sofreram impactos financeiros por causa da pandemia, em 14 estados do Brasil.
“A ENGIE se orgulha das parcerias firmadas ao longo de sua história de 25 anos no Brasil, junto a uma série de instituições de pesquisa e outras organizações públicas e privadas, com foco em projetos inovadores. Os resultados alcançados contribuíram não apenas para que a empresa encontrasse soluções para seus desafios operacionais, ambientais e socioeconômicos, mas também para o progresso científico-tecnológico do país”, afirma Gil Maranhão Neto.
A sétima edição do ENGIE Brasil Innovation Day contou ainda com a participação do economista Ricardo Amorim. Escolhido pela Revista Forbes como uma das 100 pessoas mais influentes do país, o economista falou no fim do evento sobre como a pandemia acelerou a transformação digital no mundo e a importância da tecnologia na descarbonização. “Já estávamos com grandes transformações acontecendo, mas a pandemia acelerou a transformação digital. Estamos assistindo um processo de digitalização brutal, acelerado. Além disso, acredito que a tecnologia e a inovação vão cumprir um papel fundamental junto às questões climáticas e de descarbonização”, disse.
O ENGIE Brasil Innovation Day 2021 contou com o apoio da COPPE UFRJ, Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), Firjan, Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Instituto Acende Brasil, Fundação Certi e Câmara de Comércio França-Brasil.
Sobre a ENGIE
A ENGIE é referência mundial em energia de baixo carbono e serviços. Com seus 96.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, o Grupo está comprometido em acelerar a transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis. Inspirada em seu propósito, a ENGIE concilia performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta se apoiando em suas atividades chave (gás, energia renovável e serviços) para oferecer soluções competitivas aos seus clientes. Faturamento em 2022: 93,9 bilhões de Euros.
No Brasil, a ENGIE, empresa líder em energia renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de cerca de 10 GW em 77 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade nacional, a empresa possui 100% de sua capacidade instalada proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.
A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios, graças à aquisição da Transportadora Associada de Gás – TAG, concluída em 2020.Além disso, a ENGIE possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas, como ar comprimido, autoprodução solar local, biogás e biomassa, consultoria e gestão de energia, HVAC e subestações. Nas cidades, atuamos como parceira para tornar os espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis, com soluções de iluminação pública, mobilidade elétrica e de district cooling.
Contando com 2.400 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2022 um faturamento de R$ 12,8 bilhões.
A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia cujo ticker é o EGIE3. Na B3, a ENGIE integra o Novo Mercado, além de ser uma das únicas companhias listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a B3 incluiu os papeis da ENGIE no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
O Grupo é negociado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), sendo representado nos principais índices financeiros (CAC 40, Euronext 100, FTSE Euro 100, MSCI Europe) e índices não financeiros (DJSI World, Euronext Vigeo Eiris – Europe 120/France 20, MSCI EMU ESG screened, MSCI EUROPE ESG Universal Select, Stoxx Europe 600 ESG-X).