ENGIE Brasil Energia permanece no ISE da B3
Renováveis
A ENGIE Brasil Energia integra a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Brasil, Bolsa, Balcão (B3) há 15 anos, desde o seu lançamento. Apenas outras seis empresas listadas na B3 também integram o índice desde a sua concepção. Com vigência de 6 de janeiro de 2020 a 1 de janeiro de 2021, a nova carteira tem 36 ações de 30 companhias, que correspondem a 37,62% do valor total negociado na B3. O comunicado foi feito ao mercado nesta segunda-feira, dia 2 de dezembro, na sede da Câmara de Comércio Americana (Amcham Brasil), em São Paulo.
“Celebramos mais um ano de nossa permanência no ISE com a certeza de que nossas práticas de gestão associadas a produtos cada vez mais indutores de desenvolvimento sustentável, estão sendo percebidas como diferenciais pelo mercado pelos nossos acionistas e demais stakeholders,” afirma o diretor-presidente e de Relacionamento com Investidores da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini.
O ISE é considerado o mais importante índice de sustentabilidade empresarial do Brasil e o quarto do mundo. Seu principal objetivo é manter a perenidade e internalização do tema dentro das empresas. O setor elétrico tem sido um dos motores da descarbonização global e a ENGIE se propõe a liderar este movimento, com oferta de soluções renováveis e próximas aos clientes, acrescenta o executivo.
“Estar no ISE da B3 há 15 anos representa que estamos no caminho certo e, mais que isso, em constante evolução. O nível de exigência sobe ano após ano, nos estimulando a refletir constantemente sobre como podemos ser melhores”, comenta o gerente de Relações com Investidores, Rafael Bósio.
Em 2020, cinco Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) serão priorizados pelo ISE: ODS 7 (energia acessível e limpa), ODS 8 (emprego digno e crescimento econômico), ODS 9 (indústria, inovação e infraestrutura), ODS 11 (cidades e comunidades sustentáveis) e ODS 13 (combate às alterações climáticas).
Nos próximos 15 anos, a visão da ONU é de que as empresas atuem em convergência com a agenda 2030 dos ODS e ampliem o diálogo com a sociedade sobre temas específicos, como emergências socioambientais, desenvolvimento local, direitos humanos, comunicação com partes interessadas, políticas socioambientais, de gestão de risco e oportunidades, governança, compliance e combate à corrupção.