De trainee a diretor da ENGIE
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Incentivar o desenvolvimento contínuo e a valorização das carreiras de seus colaboradores é parte fundamental da política de gestão de pessoas da ENGIE. O engenheiro mecânico Gabriel Mann dos Santos, que começou como trainee da empresa em 2001, é um bom exemplo disso. A partir de 8 de agosto, ele passa a acumular o atual cargo de diretor comercial e de inovação da holding ENGIE Brasil, com sede no Rio de Janeiro, com o de diretor de comercialização de energia da ENGIE Brasil Energia, com sede em Florianópolis. Gabriel substitui o engenheiro eletricista Marco Antônio Amaral Sureck, que, desde 2002, ocupava a posição de diretor e renunciou ao cargo antecipadamente para propiciar uma transição mais efetiva, ficando na empresa até dezembro.
“É muito difícil substituir um profissional da qualidade do Sureck, que contribui com a construção da nossa companhia e conhece como poucos o mercado de energia, mas temos o ‘prata da casa’ Gabriel Mann dos Santos”, diz o diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini. Mestre em ciências térmicas pela Universidade Federal de Santa Catarina e MBA em administração de empresas pela Fundação Dom Cabral, Gabriel Mann tem como desafio manter a companhia na vanguarda do mercado de energia. “Fico feliz de voltar a atuar na área de comercialização da ENGIE Brasil Energia e tenho entre os principais desafios manter os resultados construídos pelo time liderado pelo Sureck”, ressalta o novo diretor.
Outro desafio, segundo Gabriel Mann dos Santos, é adaptar a estrutura e atuação da área comercial da empresa para a maior abertura do mercado livre de energia que deverá ocorrer em breve. “Temos de estar preparados para que, assim que aprovada a nova regulamentação do setor, tenhamos uma forte atuação junto a clientes de menor porte com características de varejo, diz Mann.
Por sua vez, Sureck afirma que a passagem do bastão se dará de forma gradual. “Entrego ao Gabriel, mas não deixarei de correr a seu lado até o final do ano”, avisa. Segundo ele, a transição gradual é importante para que possa desacelerar, preparar o seu futuro e lustrar as chuteiras para os próximos desafios. “Tenho absoluta certeza de que a diretoria está em ótimas mãos, pois Gabriel é preparado e já conta com experiência na comercialização de energia”.
Nos últimos 40 anos, Sureck participou dos principais momentos do setor elétrico. Na ENGIE, por exemplo, formou as áreas comercial, regulatória e de risco de mercado. “No início tínhamos cinco clientes, hoje temos 500, e desejo ao Gabriel que ele chegue em 50 mil clientes”, finaliza.