ENGIE retoma processo de venda de Pampa Sul
Renováveis
A ENGIE vai retomar o processo de venda da Usina Termelétrica Pampa Sul, localizada no município de Candiota, no Rio Grande do Sul. Desde sua entrada em operação comercial, em junho de 2019, vem sendo implementadas boas práticas para alcançar os melhores parâmetros de operação e manutenção dos diversos sistemas e equipamentos da Usina.
“Pampa Sul é um ativo consolidado, com tecnologia de última geração e capacidade contratada por mais 23 anos. Com a sua maturação operacional, decidimos retomar o seu processo de venda em linha com a estratégia global de descarbonização do Grupo. A Companhia está centrada em seu propósito de acelerar a transição para uma economia neutra em carbono, direcionando as suas atividades para geração de energia renovável, gás natural e infraestrutura”, declarou Eduardo Sattamini, Diretor-Presidente da ENGIE Brasil Energia (EGIE3).
Um banco já foi contratado para dar andamento à operação de venda, que tem previsão de ser concluída ao longo desse ano. Nos últimos anos, alguns grupos empresariais já mostraram interesse na compra do ativo.
Sobre Pampa Sul
A Usina Termelétrica Pampa Sul recebeu investimentos de mais de R$ 2 bilhões e pode ser considerada o maior projeto do setor desenvolvido na região Sul do Brasil nos últimos anos. Possui capacidade instalada de 345 MW e está 100% contratada no ACR (Ambiente de Contratação Regulada) até 31 de dezembro de 2043, garantindo segurança ao sistema energético nacional e gerando energia suficiente para atender cerca de 1,3 milhão de pessoas, o que reforça a produção de energia elétrica do Rio Grande do Sul.
O conjunto tecnológico empregado em Pampa Sul, desde a caldeira de leito fluidizado, enquadrada como uma tecnologia limpa para a combustão carvão, até os sistemas de abatimento de emissões atmosféricas, garantem que as emissões da Usina não ultrapassem os rigorosos limites impostos pelos órgãos ambientais.
Estratégia global de descarbonização
Em 2015, o Grupo ENGIE anunciou seu objetivo global de liderar a transição energética respondendo ao movimento mundial por uma economia de baixa emissão de carbono. Alinhada a esta diretriz estratégica, em 2017, a Companhia iniciou o processo de venda de seus ativos de carvão, sempre levando em consideração não só as condições comerciais, mas especialmente as questões ambientais e sociais.
Atualmente, a ENGIE possui mais de 90% de sua capacidade instalada no Brasil proveniente de fontes renováveis, como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e biomassa. O compromisso da empresa é de seguir atuando para reduzir emissões e ajudar o Brasil na busca pelo desenvolvimento sustentável e no enfrentamento das mudanças climáticas.
Acordo de exclusividade para venda do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda
Além da retomada do processo de venda de Pampa Sul, a ENGIE também evoluiu com o processo de venda do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, localizado em Capivari de Baixo, no Sul de Santa Catarina. Em 25 de fevereiro de 2021, foi assinado com a FRAM Capital um acordo de exclusividade pelo período de 120 dias para a venda do complexo.
Sobre a ENGIE
A ENGIE é referência mundial em energia de baixo carbono e serviços. Com seus 96.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, o Grupo está comprometido em acelerar a transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis. Inspirada em seu propósito, a ENGIE concilia performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta se apoiando em suas atividades chave (gás, energia renovável e serviços) para oferecer soluções competitivas aos seus clientes. Faturamento em 2022: 93,9 bilhões de Euros.
No Brasil, a ENGIE, empresa líder em energia renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de cerca de 10 GW em 77 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade nacional, a empresa possui 100% de sua capacidade instalada proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.
A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios, graças à aquisição da Transportadora Associada de Gás – TAG, concluída em 2020.Além disso, a ENGIE possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas, como ar comprimido, autoprodução solar local, biogás e biomassa, consultoria e gestão de energia, HVAC e subestações. Nas cidades, atuamos como parceira para tornar os espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis, com soluções de iluminação pública, mobilidade elétrica e de district cooling.
Contando com 2.400 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2022 um faturamento de R$ 12,8 bilhões.
A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia cujo ticker é o EGIE3. Na B3, a ENGIE integra o Novo Mercado, além de ser uma das únicas companhias listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a B3 incluiu os papeis da ENGIE no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
O Grupo é negociado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), sendo representado nos principais índices financeiros (CAC 40, Euronext 100, FTSE Euro 100, MSCI Europe) e índices não financeiros (DJSI World, Euronext Vigeo Eiris – Europe 120/France 20, MSCI EMU ESG screened, MSCI EUROPE ESG Universal Select, Stoxx Europe 600 ESG-X).