BB lança linha de financiamento de R$2,5bi para energias renováveis no meio rural
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Produzir sua própria energia ficou mais acessível para pessoas físicas, empresas e cooperativas no campo com o Programa Agro Energia, lançado no último dia 7 pelo Banco do Brasil. A estimativa é que até R$ 2,5 bilhões sejam liberados para interessados ainda neste ano com condições facilitadas: as taxas variam de 2,5% até 12,75% ao ano e o prazo médio é de 10 anos. O financiamento pode ir até 100% do projeto.
“Financiamento sempre foi um obstáculo para os produtores rurais optarem por instalarem painéis fotovoltaicos, por exemplo. Esse programa vem em boa hora e pode ser o começo da expansão das energias renováveis no meio rural brasileiro. Gerar sua própria energia reduz custos, dá segurança de fornecimento para áreas que sofrem com apagões e é sustentável”, afirmou Rodolfo de Sousa Pinto, presidente da empresa especializada em energia solar, Engie Solar.
De acordo com o Banco do Brasil, o Programa vai possibilitar a redução do custo de produção, autossuficiência na geração de energia, transferência de tecnologia ao campo, manutenção de renda e ampliação dos negócios com o setor agropecuário, com a implantação de usinas de energia solar, biomassa e eólica.
“O apoio aos projetos de geração sustentável de energia elétrica com condições diferenciadas no agronegócio reconhece o potencial das energias renováveis e da inovação do Agronegócio no Brasil. O Programa Agro Energia reforça o compromisso do Banco com a sustentabilidade”, explica o comunicado oficial do Banco do Brasil.
Energia Solar
A queda nos preços, o maior conhecimento sobre a tecnologia e a opção por uma energia renovável estão impulsionando a instalação de sistemas de energia solar em residências e empresas no Brasil. Segundo os dados mais recentes da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), já são mais de nove mil sistemas fotovoltaicos conectados à rede elétrica, sendo que a projeção é de que mais de 1,2 milhão de brasileiros estarão produzindo sua própria energia até o ano de 2024.
A expansão da microgeração de energia solar no Brasil segue uma tendência mundial e, assim como em outros países, a massificação da tecnologia vem acompanhada por redução nos custos.
Por exemplo, em uma residência, com uma família de classe média, é possível instalar um sistema fotovoltaico a partir de R$ 17.000,00, gerando uma economia anual média de R$ R$2.200,00, com um prazo de retorno do investimento de sete anos.
Já uma unidade comercial ou rural que possui um gasto mensal de aproximadamente R$ 2.200,00 em energia elétrica, pode alcançar uma economia anual de R$ 18.000,00 com um investimento médio de R$ 140.000,00 em um sistema solar fotovoltaico. Assim, o prazo médio para o retorno do investimento é também de sete anos, ressaltando que o sistema tem uma vida útil maior que 25 anos com garantia de performance nesse mesmo período de tempo com baixos custos de manutenção.
“Se as pessoas colocarem na ponta do lápis, investir em energia solar resulta em grande economia. Com as linhas de financiamento que estão surgindo, como a Agro Energia, fica uma opção ainda mais atraente. Isso sem mencionar a satisfação em ajudar o meio ambiente, ao consumir uma energia limpa e renovável”, afirma Sousa Pinto.
Sobre a ENGIE
A ENGIE é referência mundial em energia de baixo carbono e serviços. Com seus 96.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, o Grupo está comprometido em acelerar a transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis. Inspirada em seu propósito, a ENGIE concilia performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta se apoiando em suas atividades chave (gás, energia renovável e serviços) para oferecer soluções competitivas aos seus clientes. Faturamento em 2022: 93,9 bilhões de Euros.
No Brasil, a ENGIE, empresa líder em energia renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de cerca de 10 GW em 77 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade nacional, a empresa possui 100% de sua capacidade instalada proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.
A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios, graças à aquisição da Transportadora Associada de Gás – TAG, concluída em 2020.Além disso, a ENGIE possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas, como ar comprimido, autoprodução solar local, biogás e biomassa, consultoria e gestão de energia, HVAC e subestações. Nas cidades, atuamos como parceira para tornar os espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis, com soluções de iluminação pública, mobilidade elétrica e de district cooling.
Contando com 2.400 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2022 um faturamento de R$ 12,8 bilhões.
A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia cujo ticker é o EGIE3. Na B3, a ENGIE integra o Novo Mercado, além de ser uma das únicas companhias listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a B3 incluiu os papeis da ENGIE no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
O Grupo é negociado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), sendo representado nos principais índices financeiros (CAC 40, Euronext 100, FTSE Euro 100, MSCI Europe) e índices não financeiros (DJSI World, Euronext Vigeo Eiris – Europe 120/France 20, MSCI EMU ESG screened, MSCI EUROPE ESG Universal Select, Stoxx Europe 600 ESG-X).