Microgeração solar cresce 220% no Rio de Janeiro em 2016
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18Desde 2012, quando foi aprovada a regulamentação de microgeração distribuída no Brasil (NBR 482/2012), o estado do Rio de Janeiro vem se destacando no número de instalações fotovoltaicas. No ano passado, foram 477 conexões de sistemas fotovoltaicos, um aumento de 220% em relação ao ano de 2015. A queda nos preços, o maior conhecimento sobre a tecnologia e a opção por uma energia renovável são alguns dos fatores para essa expansão.
Uma dessas instalações fotovoltaicas é a do engenheiro civil Luís Otávio Araújo, em Niterói. “Aqui no estado, onde faz muito calor e gastamos demais com ar condicionado, é um ótimo investimento. Minhas contas de energia chegavam a mais de R$ 500 e hoje pago apenas R$ 80. Além disso, sinto que minha propriedade ficou mais valorizada.”
“No verão recebo muitas visitas e mesmo assim estou gerando mais energia do que consumindo. É uma grande satisfação poder contar que minha casa hoje produz energia de forma sustentável e que sou autossuficiente”, completou.
Segundo Rodolfo Sousa Pinto, presidente da ENGIE Solar, subsidiária da ENGIE Brasil especializada na venda e instalação de sistemas fotovoltaicos, a massificação da energia solar no Brasil segue a tendência mundial.
“Em países como Alemanha, Austrália e Estados Unidos já existem mais de um milhão de sistemas de microgeração solar em operação. O Brasil possui apenas pouco mais de oito mil, mas o crescimento tem sido exponencial. O conhecimento sobre a tecnologia no país tem aumentado e com isso mais e mais pessoas estão investindo em sistemas solares. A ANEEL espera que até 2024 já serão 1,2 milhão de brasileiros gerando sua própria energia”, afirmou Sousa Pinto.
Reinaldo Silva, funcionário público aposentado, é outro consumidor que optou em gerar a própria energia solar. “Sempre ouvi dizer que era caro, mas o preço não é tão elevado se você avaliar a economia que será gerada. Minha conta de energia era em torno de R$622,00. Atualmente está R$278,00. Em períodos de inverno paguei R$132,00.”
A queda no preço nos últimos anos devido à disseminação da tecnologia também abre a possibilidade de melhores formas de pagamento. Atualmente existe, por exemplo, a opção de financiamento em até 72 vezes, o que na prática significa que o investimento no sistema fotovoltaico pode ser abatido pela própria economia na conta de energia elétrica gerada pelo equipamento no decorrer do tempo.
“É uma lógica semelhante com a questão de alugar um imóvel ou comprá-lo. Em vez de pagar um aluguel, muitas vezes é mais interessante financiar o imóvel e pagar as parcelas. No caso da energia, ao adquirir um sistema fotovoltaico de forma parcelada, a pessoa pode usar a economia que esse sistema gerará na conta de energia para pagar pelo equipamento”, explicou Sousa Pinto.
Por exemplo, em uma residência de classe média é possível instalar um sistema fotovoltaico a partir de R$ 17.000,00, gerando uma economia mensal na conta de energia de aproximadamente R$ 185. Essa quantia pode então ser direcionada para o pagamento de boa parte da parcela do equipamento. Vale destacar que os sistemas da ENGIE possuem uma garantia de performance de 25 anos, com baixos custos de manutenção.
Como funciona a tecnologia
Um sistema de energia solar fotovoltaico, também chamado de sistema de energia solar ou, ainda, sistema fotovoltaico, gera energia elétrica por meio da radiação solar. Normalmente instalado nos telhados, é a tecnologia mais popular no planeta para a microgeração distribuída de energia limpa e renovável.
As residências e empresas que possuem esses sistemas produzem a própria energia que consomem, sendo que qualquer excedente é jogado na rede elétrica e se transforma em créditos junto à Distribuidora. Esses créditos, que possuem uma validade de cinco anos, são utilizados nos momentos em que a unidade estiver consumindo mais energia do que gerando, como dias de chuva ou à noite.
Sobre a ENGIE
A ENGIE é referência mundial em energia de baixo carbono e serviços. Com seus 96.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, o Grupo está comprometido em acelerar a transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis. Inspirada em seu propósito, a ENGIE concilia performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta se apoiando em suas atividades chave (gás, energia renovável e serviços) para oferecer soluções competitivas aos seus clientes. Faturamento em 2022: 93,9 bilhões de Euros.
No Brasil, a ENGIE, empresa líder em energia renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de cerca de 10 GW em 77 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade nacional, a empresa possui 100% de sua capacidade instalada proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.
A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios, graças à aquisição da Transportadora Associada de Gás – TAG, concluída em 2020.Além disso, a ENGIE possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas, como ar comprimido, autoprodução solar local, biogás e biomassa, consultoria e gestão de energia, HVAC e subestações. Nas cidades, atuamos como parceira para tornar os espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis, com soluções de iluminação pública, mobilidade elétrica e de district cooling.
Contando com 2.400 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2022 um faturamento de R$ 12,8 bilhões.
A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia cujo ticker é o EGIE3. Na B3, a ENGIE integra o Novo Mercado, além de ser uma das únicas companhias listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a B3 incluiu os papeis da ENGIE no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
O Grupo é negociado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), sendo representado nos principais índices financeiros (CAC 40, Euronext 100, FTSE Euro 100, MSCI Europe) e índices não financeiros (DJSI World, Euronext Vigeo Eiris – Europe 120/France 20, MSCI EMU ESG screened, MSCI EUROPE ESG Universal Select, Stoxx Europe 600 ESG-X).